Filha de Persephone

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"O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais, há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesmo compreendo, pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudades...sei lá de quê!" (Florbela Espanca, Carta no. 147)

Sobre ALICE RUIZ

"Que importa o sentido se tudo vibra"

ALICE RUIZ

tradutor

12 de fevereiro de 2010

livros de CARPINEJAR ( parte 3)

Filhote de Cruz Credo

ISBN: 8599520237 Editora: A GIRAFA EDITORA Número de páginas: 40
Encadernação: Brochura Edição: 2006

Um menino muito feio que tinha uma cabeça enorme, um nariz grande, pés e dentes tortos, pernas finas e testa grande sofria com os apelidos que seus colegas inventavam: Cavalinho de Pau, Cara de Morcego, Panqueca. Para evitar chacotas, preferia ficar desenhando sozinho durante o recreio na sala de aula. Na história quase autobiográfica de Fabrício Carpinejar, essa implicância comum entre as crianças é narrada com humor, sem no entanto maquiar a angústia que ela causa. No final, o personagem consegue reagir de modo surpreendente e, sem precisar brigar com ninguém, consegue o respeito dos colegas além da menina mais bonita da escola.

Meu filho, minha filha

ISBN : 8528612325 ISBN-13: 9788528612325 Editora Bertrand Brasil Brochura
1ª Edição - 2007 - 144 pág

Meio-irmãos, casais separados, filhos com criações diferentes. Em seu novo livro de poemas, após o sucesso das crônicas reunidas em 'O amor esquece de começar', Fabrício Carpinejar busca resignificar a figura paterna na atualidade. A partir de um longo poema conversado, 'Meu filho, minha filha' lança um olhar lírico sobre a nova composição da família moderna - feita de várias casas, de finais de semana alternados, da presença de madrastas e padrastos - , em que a educação rígida cedeu ao diálogo, em que as cobranças são mais naturais e constantes, em que os pais são tão crianças desnorteadas quanto suas próprias crianças. O livro traz a experiência em versos de dentro da casa de um pai, que deseja a difícil igualdade de criação de um filho que mora com ele e de uma filha que vive longe, com a mãe. Será que filhos - e pais - já aceitam bem a separação? A pergunta está implícita nos poemas, mistos de desabafos e pedidos de ajuda, sempre envolvidos na elegância lírica de tercetos. Apesar da aprovação social e de códigos de convivência amigável, os filhos guardam ressentimento e incompreensão, obrigados a amadurecer rápido e individualizar a felicidade. A unidade da família talvez tenha sido trocada pela idéia de 'cada um por si'. Há na obra o revezamento dos cantos 'Meu filho comigo' e 'Minha filha sem mim' cobrindo a visão panorâmica de uma casa fervilhando de brincadeiras, brigas e declarações.

Canalha!

Retrato poético e divertido do homem contemporâneoFormato: 14 x 21 cm
Número de Páginas: 320ISBN 9788528613421

O novo canalha em açãoCarpinejar destila irreverência e poesia para retratar o homem contemporâneoCanalha!, novo livro de crônicas do escritor gaúcho Fabrício Carpinejar, é uma provocação desde o título. Um ato corajoso e irreverente contra os rótulos masculinos. Uma leitura divertida do homem contemporâneo, perplexo e desorientado com as transformações de comportamento e a dissolução dos papéis fixos familiares. O autor mostra que o canalha mantém o charme sexual, mas não é mais o mesmo apregoado pelo Nelson Rodrigues e tantos escritores da metade do século XX.“Aquele cafajeste de outrora mudou, não é mais o tipo machista e intolerante. Esqueça os personagens de Jece Valadão”, afirma Carpinejar. “Há outro canalha mais perigoso em ação, uma mutação cultural: um canalha caseiro, que não tolera preconceito (aceita ser confundido com gay e entende o chamado como um elogio), que vai fundo no sofrimento para não repeti-lo, gentil dentro das expressões, que ama demasiado os filhos, que se veste com estilo, mas não se importa com o que os outros vão pensar, que encontra a autocrítica no humor, que se aproxima de uma mulher para roubar sua alma (porque o corpo é muito influenciável.”São crônicas que respeitam sua natureza original de conversa: amáveis e despretensiosas, com jeito de pintassilgo no muro. Para serem saboreadas tanto no café-da-manhã, ao lado de uma boa xícara com leite quente e farelos de pão, ou numa mesa romântica, com a toalha manchada de vinho. E por que não numa leitura a dois na cama, atuando como preliminares?As verdades mais fortes acabam ditas com delicadeza. Textos leves, chamando o leitor para cada vez mais perto. Uma percepção toda nova do cotidiano, admitindo as imperfeições e as gafes, sem medo de viver para evitar sofrimentos.“Não crie arrependimentos por aquilo que não foi feito. Sejamos mais reais em nossas dores”, propõe na crônica “Insista”. Puro carisma de um autor, que mede o mundo com as palavras e os gestos, disposto a se abrir e emoldurar as lembranças com suas histórias. Carpinejar cria uma espécie de contraponto viril de sua coletânea de sucesso, O Amor Esquece de Começar (2006). Defende a “alma masculina” como sinônimo de sensibilidade. Analisa as relações amorosas, homenageia a amizade dos detalhes e as preciosidades da rotina, desfaz tabus sociais. É capaz de provar a gravidez masculina, onde o homem não contará para a amada que aguarda seu filho no ventre, ou de destacar o cuidado dos velhos pais com seus filhos adultos, preservando o quarto deles exatamente como deixaram ao saírem de casa. O texto de orelha é assinada por Xico Sá: “Entre uma canalhice explícita e um inocente ‘Ivo viu a uva’, Carpinejar, o cronista, o poeta, o fabulador, o mito, o homem, o álbum branco dos Beatles, nos enfeitiça, desgraçado bom de lábia, de escrita e de jabs. Parece golpe baixo, mas o cara é capaz de observar o origami da pressa que foi feito, pela mulher, com o papelão cortado do biquinho da caixa de leite, donde sugere um peito platônico ou quase, pelo menos para os tarados de plantão terá sido mais ou menos isso, por supuesto”.Textos como “O fim é lindo”, “Sexo depois dos filhos”, “Emprestando roupas ao marido”, “Amor é coisa de boteco”, “É adorável uma mulher toda nua, ou quase, de meias brancas”, “O orgasmo feminino e o quindim” e “Procura-se um brinco”, entre muitos outros, fazem de Canalha! um livro para homens e mulheres – casados ou solteiros, lobos ou cordeiros. Diferente dos dicionários e muito além do significado dos vocábulos, o escritor gaúcho apanha o sentimento da pronúncia.

Diário de um apaixonado- Sintomas de um bem incurável Mercuryo Jovem,

2008Ilustrações e capa: Rodrigo Rosa ISBN: 978-85-7272-243-8Número de Páginas: 79

Uma versão masculina do álbum “Amar é...”. Reunião de máximas e aforismos descrevendo a repentina mudança de comportamento no amor. Com linguagem simples, bem-humorada e sem pudor, Carpinejar captura a intimidade sigilosa e atrapalhada de um apaixonado. Este é um livro que seduzirá a adolescentes e adultos; afinal, o apaixonado é sempre um adolescente, não importa a idade. Todo apaixonado sofre uma metamorfose apoteótica de personalidade, vive um tempo de suspensão e num espaço muito distante do tédio.

www.twitter.com/carpinejarA poesia em 140 caracteres

Bertrand Brasil, 2009
Capa: Sérgio Campante Número de páginas: 84ISBN: 978-8528614084

Depois de receber o Prêmio Jabuti 2009, categoria Contos e Crônicas, Fabricio Carpinejar surpreende mais uma vez com o lançamento do livro www.twitter.com/carpinejar, em que apresenta 416 das quase mil máximas escritas por ele no Twitter.Carpinejar, mais do que um autor, é um exímio observador. Em seu novo livro, ele disseca o que todos tratam como banal, colocando a lupa e ressaltando as mais diversas trivialidades da vida cotidiana. Existe fato mais incrível do que perceber o fantástico das pequenas coisas? No desenho curvo de uma mesa, no detalhe escarlate da tampa de garrafa, no cheiro da madeira da janela quando chove ou no tato do cobertor da cama pela manhã. Perceber o detalhe é para poucos e o autor o faz de forma sensível e leve.No livro, Carpinejar consegue, por meio de pensamentos repletos de sensibilidade, falar da não banalidade das relações, do sofrer, do cotidiano, da família e, principalmente, dos amores. Ele extrai a poesia das coisas, ao mesmo tempo em que se vê limitado pelos 140 caracteres, espaço esse que, segundo o próprio autor, pode fazer sangrar e pode ser inteiro em cada fragmento. www.twitter.com/carpinejar é clássico no conteúdo, mas inovador na forma. Nele, é analisado o tema com que todas as pessoas se identificam: as relações humanas.www.twitter.com/carpinejar é o primeiro livro com frases postadas no Twitter por um escritor brasileiro. As orelhas, assinadas por Fernanda Takai, Daniel Piza e Abonico, também seguem o tamanho máximo de 140 caracteres permitido no site.Twitter é uma rede social, no modelo de microblogging, que permite que os usuários enviem e leiam atualizações pessoais de outros contatos, escritos em textos até 140 caracteres, conhecidos como tweets. As atualizações são exibidas no perfil do usuário em tempo real e também enviadas a outros usuários que tenham assinado para recebê-las. Os usuários podem atualizar sua página e visualizar as atualizações dos amigos. A comScore, empresa que mede estatísticas na Internet, declarou que o site passou de 10 milhões para mais de 40 milhões de usuários únicos de fevereiro a abril de 2009. A rede social é uma ferramenta eficiente de comunicação entre usuários da web, ganhando importância para diversos segmentos. Atualmente, o Twitter já faz parte do planejamento estratégico de muitas empresas, não apenas de comunicação.Frases do livro:“Eu perdoo as mentiras. O que não desculpo é a distorção.”“O abraço é o excesso de palavras.”“Nunca bebo uísque para tomar coragem; não é bom misturar.”“Escutar não é deixar de falar. É deixar de se ouvir.”“Se é para ser o último a saber, quero todos os detalhes.”“A maior frustração para quem gosta de brigar é ouvir que tem razão no início da conversa. Terá que desativar seu arsenal de argumentos.”“Homem que discute o relacionamento quando sua mulher pede satisfação não entendeu o recado.”“Maturidade é diferenciar a tentação da encrenca. A tentação é o desejo certo no momento errado. Encrenca é desejar o momento errado.”

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