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"O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais, há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesmo compreendo, pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudades...sei lá de quê!" (Florbela Espanca, Carta no. 147)

Sobre ALICE RUIZ

"Que importa o sentido se tudo vibra"

ALICE RUIZ

tradutor

11 de maio de 2010

A Desilusão de Dawkins

A Desilusão de Dawkins – por Don Guakito e Timótio Pinto
Publicado por adi em janeiro 23, 2010
1.ou A CIÊNCIA PROVOU A NÃO EXISTÊNCIA DOS DEUSES?)
por Timotio Pinto -papa coletivo metamorfo onipresente oniciente sempre contente e sorridente com pineal ardente, texto final escrito sobre rascunho deixado por Don Guakito antes de suicídio cátaro simbólico dentro da mente de seu hospedeiro e Papa Erisiano .G, em 22 de janeiro de 2010. amém, neném.
(agora, sejamos sérios, imaginem aquele que escreve de terno, gravata, e calcinha cor d rosa).

PARTE UM

DAWKINS DELIROU AO CARCAR NA FÉ DOS OUTROS EM NOME DE SUA FÉ?
Dawkins já recebeu prêmios por apresentar de forma concisa e acessível o conhecimento científico para o público geral. Oh! Parabéns, mas creio que ele fez o contrário. O retrato que ele traça da ciência é uma caricatura que muito é similar ao universo dogmático religioso que ele e seus groupies criticam enquanto espumam arrogância e intolerância.

Em seu livro Dawkins “explica” que deus não existe. Que religiosos são, veja bem, se você é um religioso de uma forma ou outra, no universo simplista, binário e maniqueista de Dawkins, você automaticamente “descrê” em Darwin, logo, como o próprio Dawkins diz, e usando a mesma lógica de botequim que ele utiliza em seu livro supostamente polêmico e de valor intelectual (! ) , se você é religioso ou místico, automaticamente você não crê na teoria da evolução e automaticamente vc é, por não acreditar na evolução, um ser ignorante, estúpido e/ou insano. Isso, é o que ele acha que explica, sendo ele um cientista, um homem “isento” e “racional”, mas esse fervor racionalista me leva a pensar então sobre o que estão a fazer os cientistas ao explicarem alguma coisa. O que é explicar algo do ponto de vista da ciência?

Explicar algo, oras, é encontrar sua causa. Se Deus é a causa de tudo e não pode ser explicado, ele, obviamente, não existe para a ciência. Como a ciência é o mapa do real, e criadora das tecnologias que nos definem, é seguro afirmar que deus, na realidade, não existe. Simples assim. Parabéns ao Dawkins. Certo?

Não é tão simples assim. Talvez a explicação científica tenha seus limites também. E talvez Deus esteja além de seus limites. Comecemos por lembrar que segundo Bertrand Russell causa era uma palavra perigosa, enganosa, que deveria des-existir. Deixando a causa de lado, então a ciência ao explicar estaria apenas a descrever algo? Lembrando Wittgenstein quando pegou o megafone e cantou que “na base de toda visão moderna do mundo está a ilusão de que as chamadas leis da natureza são as explicações de fenômenos naturais”, Sobra-nos somente a teleologia e a mágica e mental separação entre descrição e explicação. Pronto. Tudo filosoficamente complexo e confuso. Vou enfiar meu empirismo no cu de quem esta a tecer este texto… e ainda assim não provamos Deus, não nesse parágrafo. Mas continuemos a pensar qual é o e se há limite para a explicação científica, pois se a lei é descrição, ela também é uma explicação?

veja mais no ... http://anoitan.wordpress.com/2010/01/23/a-desilusao-de-dawkins-por-don-guakito-e-timoteo-pinto/

dança da solidão ... Paulinho da Viola




Solidão é lava
Que cobre tudo
Amargura em minha boca
Sorri seus dentes de chumbo...

Solidão, palavra
Cavada no coração
Resignado e mudo
No compasso da desilusão...

Viu!
Desilusão, desilusão
Danço eu, dança você
Na dança da solidão...(2x)

Camélia ficou viúva,
Joana se apaixonou,
Maria tentou a morte,
Por causa do seu amor...

Meu pai sempre me dizia:
Meu filho tome cuidado,
Quando eu penso no futuro,
Não esqueço o meu passado
Oh!...

Desilusão, desilusão
Danço eu, dança você
Na dança da solidão
Viu!
Desilusão, desilusão
Danço eu, dança você
Na dança da solidão...

Quando vem a madrugada
Meu pensamento vagueia
Corro os dedos na viola
Contemplando a lua cheia...

Apesar de tudo existe
Uma fonte de água pura
Quem beber daquela água
Não terá mais amargura
Oh!...

Desilusão, desilusão
Danço eu, dança você
Na dança da solidão
Viu!
Desilusão, desilusão
Danço eu, dança você
Na dança da solidão...

Danço eu, dança você
Na dança da solidão...(2x)

Desilusão! Oh! Oh! Oh!..

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