Filha de Persephone

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"O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais, há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesmo compreendo, pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudades...sei lá de quê!" (Florbela Espanca, Carta no. 147)

Sobre ALICE RUIZ

"Que importa o sentido se tudo vibra"

ALICE RUIZ

tradutor

3 de janeiro de 2012

PERSEPHONE VAI AO BAIRRO 2 DE JULHO-SALVADOR " Quero morrer olhando o infinito azul "






O Largo Dois de Julho é tradicionalmente um bairro de clase média, debruçado sobre a Baía de todos os Santos. Recentemente passou por um processo de revitalização, mantendo ainda a presença de moradores antigos, comércios informal e formal, bares e museus, com destaque para o Museu de Artes Sacra, considerado um dos mais importantes monumentos da América Latina.Pelas ruas do bairro já perambularam Gregório de Mattos e Glauber Rocha, símbolos da intelectualidade baiana e o poeta Castro Alves. Dias antes de morrer, na casa de nº 50, da ladeira do Sodré, próximo ao Largo Dois de Julho, disse o poeta: Quero morrer olhando o infinito azul, referindo-se a vista do bairro para o céu e a Baía, um dos fatos marcantes da história do bairro.No período do descobrimento do Brasil, séc.XVI, o local foi rota de passagem dos colonizadores no caminho da Vila Velha (atual Vitória), percurso que unia as duas vilas da cidade. Também foi passagem do Exército Brasileiro, em 2 de Julho de 1823, dia da Independência da Bahia. Área CENTRO .




O nome “Dois de Julho” registra a data
da Independência da Bahia, ocorrida em 02 de julho de 1823. o Largo foi formado
pelo alargamento da rua do Fogo e parte do quintalão de uma antiga casa,
o Palácio do Marechal Acioli, pertencente por herança ao coronel Antônio Pedrosa
de Albuquerque; é logradouro da segunda metade do século XIX.Inicialmente
era Largo do Acioli, que muitas vezes participou das homenagens da Independência
da Bahia, e era onde se finalizava o cortejo comemorativo. Passou a se chamar
Largo Dois de Julho quando lhe puseram um chafariz da companhia do Queimado;
esse chafariz, também chamado a “Cabocla Dois de Julho”, depois ter andado pela
cidade e ter estado no Largo do Teatro São João (Praça Castro Alves) e na Praça
da Piedade, foi levado para aquele local, contribuindo para o abastecimento de
água e, posteriormente, foi levado para o Largo dos Aflitos, em frente ao
Quartel, onde se encontra até os dias atuais.



No Largo, próximo à rua da Faísca, encontramos ainda hoje um casarão muito
antigo, o único do lugar que ainda existe. Nele funcionou o MEC e hoje funciona
o CEAFRO.No final do Largo, em direção ao mar (do lado direito)
encontramos a rua da Jaqueira, estreita, sinuosa, quase em sua totalidade
pavimentada de pedras irregulares, que ainda liga o Largo ao litoral da
Preguiça, hoje quase totalmente abandonada, sendo possível o trânsito apenas de
pedestres e com bastantes dificuldades. Nessa ladeira, na parte superior,
existia um grande sobrado, o Solar da Jaqueira, um verdadeiro palácio e ponto de
encontro de artistas da época; era a casa do grande e inesquecível artista
plástico Carlos Bastos, falecido. Ao lado esquerdo da rua da Jaqueira, está a
rua Democrata, a antiga rua do Hospício; pequena, pouco movimentada, apesar da
presença do Clube Fantoches da Euterpe, fundado em 09/03/1884, no corredor da
Vitória. Veio para o Dois de Julho em 1937, e considerado de utilidade pública
em 24/03/1938.Até o final da década de 60 do século passado, o clube
participava com carros alegóricos dos carnavais de Salvador.
Logo adiante, no mesmo lado da rua, encontramos a Igreja do Coração de Maria, fundada
na década de 40 do século passado, onde funcionou o convento dos Cordimarianos.
Nesse local, funcionou também o antigo hospício da residência do Vice-Comissário
da Santa Casa de Jerusalém. Já no final da rua, em uma viela logo após a Escola
Estadual Permínio Leite, avistamos um grande casarão com fundos voltados para a
Baía de Todos os Santos. Possuía 39 quartos, reduzidos a 30, hoje HOTEL CLOCK,
quase abandonado; uma espécie de motel, que, em meados do século passado, foi o
Hotel Douglas e, depois, o Famoso Hotel Paraíso, que funcionava na parte
superior e na parte inferior a Boate CLOCK, freqüentada pela elite da época, que
desfrutava do belo visual e das festas e bailes que aconteciam com freqüência
ali.A rua Visconde de Mauá está voltada inteiramente para a Baía de Todos os
Santos, se encontra com a Ladeira da Preguiça na parte inferior, é calçada de
pedras e parte dela construída com viadutos margeados. A grande escarpa,
pavimentação feita ainda na intendência do engenheiro Durval Neves da Rocha, no
cruzamento com a rua da Jaqueira, ganhou um pequeno viaduto com cerca de 2m de
cumprimento.Mais abaixo, já próximo à Preguiça, fica a antiga fonte dos
Padres, do antigo convento Santa Tereza. Hoje desativada e entupida. Descendo a
Preguiça chegamos à Avenida Contorno; a parte dela que coincide com a área
delimitada para nosso trabalho vai do Trapiche Adelaide até o Solar do Unhão.
Esta avenida foi construída no governo de Juracy Magalhães em 1953, margeando a
orla da Preguiça, e é uma das principais vias de acesso à Cidade Baixa e ao
chamado subúrbio ferroviário de Salvador. O Trapiche Adelaide foi transformado
em restaurante famoso; ao seu lado; nos galpões da antiga usina da Companhia
Circular ou apenas Usina da Preguiça, funciona uma casa de shows; logo após era
o Trapiche Valença; do lado oposto está a Fonte da Pedreira, integra a área
tombada pelo IPHAN, possui quatro bicas funcionando em nível inferior, frontão
triangular clássico e possui uma placa de mármore com a seguinte inscrição:
“Fonte das Pedreiras, reedificada na presidência do Exmo. Conselheiro e Senador
do Império Francisco Gonçalves Muniz – 1851”.Em seguida temos a Bahia
Marina, uma moderna e bela construção que funciona como ancoradouro de barcos,
lanchas e saveiros de luxo; encontra-se ali um luxuoso restaurante o SOHO e um
amplo estacionamento que também pode ser utilizado para grandes
eventos.Voltando ao Largo Dois de Julho, ao lado da rua Diplomata temos a
Ladeira do Gabriel. Na parte inferior, a Ladeira do Gabriel é interrompida pela
rua Augusto França, que desce até a Av. Contorno. Na esquina da Augusto França
com a Travessa do Gabriel, está a Fonte do Gabriel ou Fonte da Vovó: abandonada
e suja, cercada com um muro alto nos dois lados da rua e por duas casas, foi
isolada por insistência dos moradores das proximidades, pois, na década de 70,
os hippies tomavam banho nus e também era um local de uso e tráfico de drogas,
atos facilitados por um beco, a Travessa do Gabriel, e um outro beco, que ligava
este a rua Tuiuti, este último posteriormente foi fechado pelos moradores.A
Rua da Faísca é curta, quase uma extensão do largo Dois de Julho ligando-o à Rua
Carlos Gomes. O nome Faísca é devido ao paiol da cidade, o depósito de pólvora e
munição: na metade do século XVIII, num temporal um raio atingiu o paiol
causando um grande pânico na cidade; mais tarde, o paiol foi transferido para
uma área menos povoada, que hoje conhecemos como Campo da Pólvora.No lado
mais elevado do Largo, temos duas ruas paralelas que partem do Largo em direção
ao Norte. A origem do nome Areal não se sabe ao certo, nos faltaram informações
suficientes, mas o Areal de Cima e o Areal de Baixo é devido ao desnível
existente entre elas.Apesar dos problemas atuais, esse bairro foi marcado
pela presença de moradores ilustres da vida boêmia, intelectuais e episódios
políticos importantes.Foi no Largo Dois de Julho que, em 15 de maio de 1931,
foi assassinado o Coronel Horácio de Queiroz Matos, tradicional chefe político
sertanejo.O bairro Dois de Julho também serviu de inspiração para o escritor
Jorge Amado, freqüentador assíduo e amigo de pessoas que ali viviam. No livro
Dona Flor e seus dois maridos, os fatos acontecem no bairro Dois de Julho e
aparecem nomes de amigos do escritor que moravam nesse bairro e viraram
personagens do livro.A Rua do Sodré, vai da Rua do Cabeça, descendo, até se
encontrar com a ladeira da Preguiça, que vai dar acesso à Conceição da Praia e à
Praça Castro Alves. Pavimentada com pedras, estreita, comprida e reta, guarda
inúmeros casarões dos séculos XVIII e XIX. A parte final, em direção à Preguiça,
onde sua inclinação é mais acentuada, é batizada de Ladeira da Gameleira.
Partindo da Cabeça, do lado esquerdo, em frente ao fundo do Instituto de Música
da UCSal (Universidade Católica do Salvador), temos o Beco de Maria do Mingau,
formado por pequenas casas improvisadas em pequenos espaços, que liga o Sodré, ao Areal de Cima, e ao largo Dois de Julho.Mais abaixo, do mesmo lado, temos uma transversal que é
extensão da Areal de Cima. Logo em seguida, ainda no mesmo lado, há uma viela
que segue aproveitando os muros do Museu de Arte Sacra, com pequenas casas do
lado oposto, formando uma espécie de cortiço.Adiante, do lado direito, bem
em frente ao Museu, temos a ladeira de Santa Tereza, curta e muito inclinada,
ligando o Sodré à Carlos Gomes.A parte final da rua do Sodré se encontra com
a Ladeira da Preguiça ou Rua Dionísio Martins; juntamente com a Misericórdia e a
Conceição, foram as três primeiras ladeiras da cidade do Salvador. Ela ligava o
antigo porto de Salvador à cidade que ficava no alto; com o desenvolvimento
urbano e dos meios de transportes, foi esquecida e abandonada. A ladeira é
arqueada, sem dúvida para diminuir a inclinação da encosta, nela temos sobrados
abandonados e outros em péssimo estado de conservação. Foi a importância histórica dessa ladeira que deu nome a toda a extensão da praia do bairro Dois
de Julho: Litoral da Preguiça.O nome “Rua do Sodré” se deve ao português
Jerônimo Sodré Pereira, que veio para Salvador em 1661. Aqui chegando manda
construir, na rua que ainda hoje lhe guarda o nome, um grande sobrado, o solar
do Sodré.Quando faleceu Jerônimo Sodré Pereira, em 09 de novembro de 1711, o
Solar foi adquirido por Francisco Lopes Guimarães. Com a morte desse senhor, sua
viúva veio a contrair segundas núpcias com o doutor Antônio José Alves, pai do
poeta Antônio Frederico de Castro Alves, que nele viveu durante algum tempo,
época em que produziu sua fase romântica, e onde faleceu a 06 de julho de 1871.
No Solar do Sodré a partir do século XX, funcionaram os colégios alemão,
Piedade, Antônio Vieira, Ipiranga do Professor Isaías Alves e atualmente
funciona o Colégio Estadual Ypiranga. O prédio foi tombado pelo IPHAN em
12/07/1938.Sendo um homem de fortuna Jerônimo Sodré Pereira ajudou na
construção do Seminário de Santa Tereza, em cuja nave encontra-se sepultado. O
edifício integra o sítio do Sodré, tombado pelo IPHAN, situa-se a meia encosta
da montanha de Salvador. Edifício de elevado valor monumental. O altar-mor
primitivo se perdeu e o atual, de prata, é proveniente da antiga Sé. Existem
altares barrocos e dois neoclássicos. Hoje Museu de Arte Sacra, cujo acervo é a
maior coleção de arte sacra do país. Atualmente é local de cerimônias da elite
da Bahia.A Rua do Sodré também foi citada inúmeras vezes pelo escritor Jorge
Amado em seu livro Dona Flor e seus dois maridos; ele inclusive, quando ainda
estudante, também morou na rua na casa de n.º 31, um prédio que se encontra
abandonado.Hoje a rua do Sodré guarda parte dos tempos primórdios da nossa
história e ainda é freqüentada por uns poucos boêmios, intelectuais, músicos e
poetas, quem sabe em busca de inspiração do poeta maior Antônio de Castro Alves.
Há alguns poucos e pequenos bares os quais usam a via pública com cadeiras e
mesas, dividindo o espaço com carros e as pessoas que passam; entre eles o mais
conhecido é o Bar Mimosa. A rua é quase em sua totalidade de residências e
poucos pontos comerciais.Partindo do Cabeça podemos observar que no seu
início foi bastante modificada, com algumas construções novas e, a partir de
determinado ponto, guarda as características dos tempos em que vivia a sua
efervescência cultural.A Rua Carlos Gomes antes denominada Rua de Baixo de
São Bento, justamente por causa do desnível existente entre ela e a Avenida Sete
de Setembro.Essa rua fazia parte do Bairro de São Bento, até que, no início
do século XIX, houve a sua expansão. Com a necessidade de alargar a rua para
melhor circulação, ocorreu, durante o governo do Dr. Durval Neves da Rocha, a
demolição dos fundos de várias casas, e a rua, a partir do Mocambinho se
estendeu até os Aflitos.A rua recebeu o nome de Carlos Gomes em homenagem ao
maestro e compositor brasileiro.Na altura da ladeira de Santa Tereza, em
frente ao beco Maria da Paz, a antiga casa de Orações dos Jesuítas, atual
Conjunto Cultural da Caixa Econômica Federal, onde funcionou os jornais Estado
da Bahia e Diário de Notícias, e a Rádio Sociedade da Bahia. Inclusive foi nesta
casa que houve a transmissão do primeiro sinal de TV para o Estado da Bahia,
através do empresário Assis Chateaubriand. Esse prédio foi tombado pelo IPHAN,
em 18 de julho de 1938.Na esquina da rua Carlos Gomes com a rua da Faísca,
encontramos um prédio construído no período do governo de Durval Neves da
Rocha,antigo Arquivo Público, nele hoje funciona a Defesa do Consumidor
(PROCON).Essa rua também é marcada por sua vida noturna ativa, havendo a
presença de garotas e travestis que fazem da avenida ponto de prostituição.
Podemos destacar várias boates, inclusive a Tché Night Club, a mais famosa da
área.A avenida Carlos Gomes é a principal via de acesso ao Largo Dois de
Julho e, apesar de toda transformação, ainda guarda as características de um
passado.A Rua do Cabeça liga a Carlos Gomes ao Largo Dois de Julho, é
estreita e pequena, possuindo apenas uma transversal, a Rua do Sodré, e um
pequeno beco, o do Mingau, na esquina com o Largo Dois de Julho, apresentando
asfaltamento em péssimas condições de conservação.No período em que a
matança do gado se fazia nas imediações do Mosteiro de São Bento e o comércio
dos seus subprodutos espalhava-se por diversas ruas ali por perto, nessa rua as
fateiras costumavam expor nas portas dos açougues ou em seus tabuleiros as
cabeças de bois, decorrendo daí o nome Rua do Cabeça, conforme registro de 1866
do historiador Mello Morais. Já foi batizada de Rua Gustavo dos Santos no
período entre as décadas de quarenta e sessenta, posteriormente voltando ao seu
nome de origem.A partir da inauguração, na casa de n.º 34, do Bar Anjo Azul,
no dia 2 de julho de 1949, o lugar tornou-se uma área de encontro de
intelectuais. Carlos Bastos, artista plástico, foi um dos seus idealizadores.
Atualmente, o que se pode observar na Rua do Cabeça é um comércio intenso, com
açougues, mercadinhos, restaurantes, bares, armarinho e vendedores ambulantes de
forma desordenada, com mercadorias a céu aberto e muita sujeira.A presença
de chineses no comércio é marcante; associa-se a decadência do local à sua
chegada. Com a expansão da cidade, as famílias tradicionais, de posses, se
deslocaram para outros bairros, principalmente, os da orla.O Mocambinho ou
Largo das Flores, como popularmente é conhecido, devido à existência de galpões
com boxes destinados ao comércio de flores, que anteriormente fora transferido
para o Largo Dois de Julho, algum tempo depois retornando para o mesmo local,
caracteriza-se pelo formato triangular, delimitado pela Rua Carlos Gomes, pela
Rua do Cabeça, que cruza a Carlos Gomes, encontrando-se com a Avenida Sete de
Setembro, e uma fileira de casas comerciais. No encontro dessas casas com a
Carlos Gomes, temos o beco do Mocambinho, que também dá acesso à Avenida Sete,
em frente ao Instituto Geográfico e Histórico.Nessa localidade observa-se a
existência de pontos comerciais tradicionais, como o restaurante Porto do
Moreira e a Pharmacia Luz, ambos fonte de inspiração para o escritor Jorge Amado
no romance Dona Flor e seus dois maridos.Hoje a área é ocupada por diversas
pessoas, trabalhadores, mendigos, crianças abandonadas; há além dos boxes de
flores, uma banca de revistas e um módulo policial, o qual não minimiza a
insegurança no Largo.O nome da Rua da Forca nos remete à maior tortura
legalizada em um período da nossa história, remota, mas que ainda está
registrada nesse trecho do bairro Dois de Julho: os condenados, que saiam da
casa da câmara e cadeia, cumprindo o seu último e pavoroso trajeto andando em
direção à morte, desciam a Rua Direita do Palácio (atual Rua Chile), chegando ao
Largo Dois do Teatro São João, hoje Praça Castro Alves. Daí subiam a Rua de
Baixo de São Bento, atual Carlos Gomes, até a altura do Largo do Mocambinho, que
nesse período ainda não existia, dobravam a direita à Rua Gustavo dos Santos
(Rua do Cabeça) até chegar ao Largo do Acioli, mais tarde Dois de Julho. Dali
retornavam por uma rua reta, contínua, sem interrupção nem travessas. Essa rua,
a da Forca, do Largo de onde se avistava toda sua extensão, é o que podemos
chamar de corredor para a morte; ao fundo os condenados avistavam todo aquele
arsenal armado que o aguardavam para o seu abate, muitas vezes em nome da
liberdade daqueles que os acompanhavam, assistindo a toda aquela tragédia até o
destino final na Praça da Piedade.A pena de morte não existe mais em nosso
país. Hoje o nome Rua da Forca, faz parte da nossa história; ela liga o Largo
Dois de Julho à Praça da Piedade. Partindo do Largo até o cruzamento com a
Carlos Gomes é pavimentada com pedras e ainda guarda alguns casarões antigos
parcialmente conservados e quase em sua totalidade casas comerciais. E a partir
daí até a Piedade totalmente modificada com prédios novos e asfaltada.


GUIA DA RUA : 2 de Julho


Teatro
Castro Alves

Teatro e Cultura
Praça Dois de Julho,,
s/nº ver
mapa
Campo Grande, Salvador - BA


O Lider
Restaurante
Lg Dois de Julho, 32 ver mapa
Lj Edf Emily, São Cristóvão, Salvador - BA


Mercadinho
Bola Verde - - Dois de Julho

Alimentos
Lgo Dois de Julho, 45 ver
mapa
Cs, Dois de Julho, Salvador - BA

Mercadinho
Dois de Julho

Alimentos
Lrg. Dois de Julho, 32 ver
mapa
Ed Emily, 2 de Julho,
Salvador - BA

Mocambinho Bar Rua da Faísca, 12 - Centro - Dois de Julho
Funcionamento de terça a sábado Das 18:00 ás 02:00

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