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"O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais, há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesmo compreendo, pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudades...sei lá de quê!" (Florbela Espanca, Carta no. 147)

Sobre ALICE RUIZ

"Que importa o sentido se tudo vibra"

ALICE RUIZ

tradutor

16 de fevereiro de 2012

Curiosidade:


Bin Laden era um dos maiores fãs de Whitney Houston

15 de Fevereiro, 2012

O líder da Al-Qaeda que preparou o 11 de Setembro era um dos maiores fãs de Whitney Houston, encontrada morta no passado sábado.Foi um artigo publicado na revista americana Harper’s Bazaar em 2006 que revelou a grande admiração que o terrorista tinha pela diva norte-americana. Uma ex-amante de Bin Laden revela mesmo nesse artigo que o líder da Al-Qaeda era «obcecado» pela artista.Esta mulher contou á revista que Bin Laden «sentia um desejo enorme por Whitney Houston» e que «pensava gastar muito dinheiro para ir aos Estados Unidos tentar conhecê-la».
SOL

http://sol.sapo.pt/

Grammy homenageia Whitney Houston e consagra Adele



Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
13/02/2012 08h45 Música

Numa entrevista na entrada do Staple Center, o ator, rapper e apresentador LL Cool J dizia que o Grammy de 2012 tentaria respeitosamente homenagear Whitney Houston, morta na véspera, sem deixar que a tristeza do ocorrido ofuscasse a principal razão da festa: celebrar a música. Foi assim, assombrada pela perda de uma das suas mais premiadas cantoras, mas tentando fazer o show continuar, que a cerimônia promovida pela indústria fonográfica americana consagrou uma outra intérprete: Adele. A cantora britânica ganhou os seis prêmios a que concorria, entre eles gravação do ano e disco do ano. Ela também foi aplaudida de pé pela redentora interpretação de Rolling in the deep - que vendeu quase seis milhões de cópias em 2011 - comprovando estar recuperada dos recentes problemas na gargante. O Foo Fighters ganhou cinco prêmios (entre eles, performance de rock por Walk) numa noite que teveTom Jobim homenageado com um prêmio honorário e que foi encerrada com Paul McCartney lembrando os Beatles.

Nova estrela das pistas americanas, o DJ Skrillex, de 24 anos, ganhou os prêmios de melhor gravação dance, melhor disco de eletrônica e melhor remix, não exibidos na transmissão pela TV.

Mas Chris Brown, Lil Wayne, David Guetta, Foo Fighters, e Deadmau5 (com sua cabeça de rato) foram ao ar, com uma apresentação conjunta, numa tenda fora do teatro, comprovando a chegada da eletrônica ao mainstream e o consequente interesse da indústria pelo gênero.



A transmissão foi aberta por Bruce Springsteen e sua E Street Band (incluindo Steve Van Zand, o Silvio Dante, de Os Sopranos), com We take care of our own, aplaudido por Paul McCartney numa das primeiras filas. Em seguida, o mestre de cerimônias LL Cool J subiu ao palco e fez a a primeira homenagem da noite a Whitney. "Tivemos uma morte em nossa família Grammy e o que podemos fazer agora é pedir um momento de prece para quem se foi", disse ele, silenciando por alguns arrepiantes segundos todo o auditório. Depois, exibiu um vídeo com a diva em esplendorosa interpretação de I will always love you.

Concorrente a álbum do ano, Bruno Mars, o topetudo cantor havaiano, que mistura rock e soul, fez uma energética interpretação de Runaway baby, mas não pareceu muito felilz quando

foi anunciado que Adele era a vencedora da melhor performance pop solo por Someone like you. Ao receber a primeira estatueta da série, ela agradeceu aos medicos. "Eles me deram minha voz de volta". Antes, Alicia Keys e Bonnie Raitt fizeram uma homenagem a Etta James cantando A sunday kind of love.

Ex-namorado e agressor de Rihanna, Chris Brown surgiu mais techno do que hip hop ou r&b, dançando sobre cubos num medley que incluiu Look at me now. Depois, Fergie e Marc Anthony apresentaram o prêmio de melhor performance de rap, que foi para Jay Z e Kanye West por Otis, ambos ausentes da cerimônia - West, dizem, porque foi excluído das principais premiações e por não ter sido escalado para se apresentar no evento.

Elogiado por Jack Black, que chamou o grupo de "o único capaz de encarar o Grammy no olho e ainda manter suas credenciais indie", o Foo Fighters deixou para trás Radiohead e Coldplay na categoria performance de rock. No agradecimento pelo prêmio, Dave Grohl elogiou as imperfeições inerentes à criação musical. O cruzamento de Rihanna com o Coldplay começou com a cantora, de mechas louras, interpretando a eletrônica We found love, seguida por "Princess of China", já com Chris Martin, monótono, ao violão. A banda finalizou o morno encontro com Paradise.

Um dos momentos mais esperados da noite, a homenagem aos 50 anos dos Beach Boys começou com o Maroon 5 afogando Surfer girl e depois com o Foster The People magoando Wouldn´t it be nice. Felizmente, o lendário grupo surgiu em cena, com "Good vibrations", trazendo Brian Wilson nos vocais e piano. Focalizada no meio do show, Lagy Gaga, de máscara e cetro, parecia um peixe fora d´água.

Stevie Wonder também saudou Whitney e apresentou "a lenda" Paul McCartney. Acompanhado por Diana Krall no piano) e Joe Walsh (ex-Eagles) no violão, o ex-Beatle exibiu My valentine, uma das duas músicas novas que compôs para o disco de standards "Kisses on the bottom". Na apresentação de melhor disco de R&B, Common fez justiça e lembrou o poeta e precursor do rap, Gil Scott-Heron, morto recentemente. Depois entregou a estatueta ao polêmico Chris Brown que agradeceu a Deus por "F.A.M.E.". Bon Iver pareceu mais verdadeiro, quando se declarou "desconfortável" com o prêmio de artista revelação. Depois de alfinetar o comercialismo do Grammy ("Sempre fiz música por prazer", afirmou), ele agradeceu a todos em Wisconsin.

Acompanhanda apenas por um piano, Jennifer Houston, que havia chorado nos ensaios, foi firme na principal homenagem da noite a Whitney Houston, cantando com emoção I will always love you. Mais radical, Nicki Minaj brincou com exorcismo e religião antes do funk provocativo de "Roman holiday". Equilibrando a balança, Paul voltou ao palco após a última premiação de Adelle, encerrando a noite com um medley dos Beatles, acompanhado por Springsteen, Walsh e Grohl, todos compartilhando solos de guitarra, à moda antiga, em 2012.

Da Agência O Globo

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